O cinema brasileiro fez história na 83ª edição do Globo de Ouro! O filme “O Agente Secreto”, comandado pelo Kléber Mendonça Filho, foi o grande destaque da noite, levando não um, mas dois prêmios! Isso mesmo, algo que nunca tinha acontecido antes com uma produção nacional. O Brasil agora brilha entre os gigantes do audiovisual mundial!
Primeiro, a obra levou a medalha de ouro na categoria de melhor filme em língua não inglesa. Só para ter uma ideia, essa é a terceira vez que um longa brasileiro conquista essa categoria, juntando-se ao time ilustre de “Orfeu Negro” (1960) e “Central do Brasil” (1999). Kléber subiu ao palco emocionado e fez questão de ressaltar a importância desse momento para a indústria do cinema. Ele dedicou o prêmio aos jovens cineastas: “Estou honrado em estar entre grandes diretores do mundo. Jovens americanos, façam filmes!”
E como se não bastasse, O Agente Secreto voltou aos holofotes quando Wagner Moura levou o prêmio de melhor ator em filme de drama. Olha só que golaço! Ele já fez história por si só, sendo o primeiro ator brasileiro a ser indicado nessa categoria. Em seu discurso, Moura explicou que o filme aborda temas como memória e traumas geracionais e fez um agradecimento especial ao público brasileiro: “Viva o Brasil e a cultura brasileira!”
Claro, não foi só de vitórias que a noite se fez. O filme também foi indicado a melhor filme de drama, mas o prêmio acabou nas mãos de Hamnet. Porém, quem se importa? A festa foi em grande estilo e os dois prêmios já garantiram um lugar especial na história do cinema nacional.
Pra completar, na premiação de 2025, Fernanda Torres ainda colecionou um troféu de melhor atriz de drama por “Ainda Estou Aqui”, dirigido por Walter Salles. O filme ficou na disputa pelo melhor filme em língua não inglesa, mas o título foi para “Emilia Pérez”. No fim das contas, a presença do Brasil no Globo de Ouro tá cada vez mais forte e cheia de garra!