Nos últimos tempos, Juliano Cazarré tem sido um verdadeiro filósofo das batalhas diárias, principalmente por causa da sua pequena guerreira, Maria Guilhermina. A menina de 3 anos e meio nasceu com uma condição rara chamada anomalia de Ebstein, que é um jeito chique de dizer que o coração dela não funciona como deveria. E, pasmem, ela passou nada menos que sete meses no hospital após nascer, enfrentando uma verdadeira maratona de procedimentos médicos.
Mas calma! Agora a fofura já está em casa, recebendo todo o amor e cuidados necessários. Mesmo assim, a rotina hospitalar não desapareceu do mapa: todo mês, a pequena precisa voltar para trocar a cânula da traqueostomia. Para quem não sabe, isso é essencial para que ela consiga respirar direitinho. E, para completar, Maria ainda depende de um respirador e se alimenta por fórmula, porque comer comidinhas ainda está fora do cardápio.
Juliano não se deixa abater pelas dificuldades e tem metas super claras. Ele sonha que, em 2026, a filha se despedaça do respirador e, quem sabe, dá suas primeiras garfadas em um prato de comida de verdade! O ator desabafa que, devido às sequelas do primeiro ano, a fofura ainda não avançou em algumas etapas do desenvolvimento, incluindo falar.
A boa notícia é que uma equipe de especialistas está em ação, diariamente estimulando a Maria com muito carinho. A vida em família é cheia de desafios, mas todos estão focados em garantir a melhor qualidade de vida possível.
Quando Juliano lembra do tempo no hospital, é uma mistura de lágrimas e risadas. Apesar dos altos e baixos, ele admite que os maiores desafios vêm do lado de fora, principalmente quando encarou uma crise pessoal e conjugal. A fé? Essa foi seu GPS em meio ao caos!
O ator comenta: “O que foi mais difícil foi quando passei por uma crise no casamento; ali, não sabia como me segurar. Já com a Guilhermina, era como se eu visse um propósito maior. Sim, é difícil ver um filho sofrer, mas conheci da forma mais dura o significado de ‘carregar a cruz’”.
E não para por aí! Juliano ainda é pai de mais cinco pequenos: Estêvão, de 1 ano e 8 meses, Maria Madalena, de 4, Gaspar, de 6, Inácio, de 13, e Vicente, de 15. E ele sabe que paternidade é, antes de tudo, doação. “Ser pai é um exercício constante de paciência. Tem barulho, bagunça, e tudo desaparece! Quando vou ao mercado, é uma verdadeira expedição: levo um carrinho de tiozão e saio com 36 caixinhas de leite, toneladas de frutas… é uma aventura!”
Resumindo: a vida de Juliano é um verdadeiro show com muitas atrações e, mesmo com altos e baixos, ele não troca essa barraquinha por nada!