CRIME CHOCANTE: Médicos Assassinados em Briga de Restaurante!
Neste domingão (18), São Paulo se despede em dor e revolta! Os velórios dos médicos Luís Roberto Pellegrini Gomes (43) e Vinicius Dos Santos Oliveira (35) acontecem em meio à tragédia. O que deveria ser um simples jantar se transformou em cena de horror quando o colega Carlos Alberto Azevedo Silva Filho, enfurecido, sacou uma arma e disparou várias vezes!
O VELOZ CRIME NO RESTAURANTE
A treta começou em um restaurante na Avenida Copacabana, em Barueri, na Região Metropolitana de São Paulo. Após uma discussão acalorada, que parecia só uma briga de bar, Carlos não se conteve e decidiu transformar tudo em um verdadeiro massacre. Imagens do momento mostram os médicos trocando socos — mas a cena logo ficou muito mais violenta!
UM DOUTOR MALÉFICO
Na madrugada de sexta (16), a Guarda Civil chegou a ser chamada para acalmar os ânimos. Carlos, sem nenhum sinal de culpa, negou estar armado. Mas, assim que Luís e Vinicius saíram do restaurante, inferno acima, ele atacou! Sacou uma pistola 9mm e disparou sem dó!
As sirenes soaram, mas era tarde demais — as vítimas não resistiram aos ferimentos. Que tragédia!
A HISTÓRIA POR DENTRO
Luís, cardiologista em um hospital de Barueri, deixou um legado de dedicação à medicina. Vinicius, dedicado à linha de frente da saúde em Cotia, era conhecido pelo carinho aos pacientes e pela boa relação com a equipe. Agora, ambos são lembrados em velórios que servem como denúncia de um sistema que falha em proteger até mesmo aqueles que cuidam da vida dos outros.
O QUE DIZEM AS TESTEMUNHAS?
As testemunhas ouvidas são unânimes! Relataram o pavor da cena: “Eu ouvi pelo menos sete tiros”, disse uma delas. Outra, em choque, afirmou ter contado dez disparos! O que está acontecendo com nosso povo? O armamento desenfreado nas mãos de quem deveria salvar vidas?
O FIM DE UMA TRAGÉDIA ANUNCIADA
A polícia apreendeu a arma, o que pode ser um alívio — mas e a dor irreparável que fica? Por que o governo não faz nada para garantir a segurança de sua população, e agora os próprios médicos têm que temer de seus colegas? Essa é a realidade alarmante que não podemos ignorar!
Um grito por justiça ecoa nas ruas de São Paulo. O que mais será necessário para que ações efetivas sejam tomadas?