CRISE NA ARGENTINA: Economia despenca e esperanças vão por água abaixo!
Preparem-se para a bomba! A economia da Argentina mostrou sua cara feia e se contraiu 0,3% em novembro em relação ao mesmo mês do ano passado, a primeira queda de 2025! E isso não é tudo: o que era esperança, virou desespero!
Os experts estavam animadinhos, esperando um crescimento de 1,7%, mas o que chegou foi um balde de água fria! Em outubro, a economia estava em alta com 3,2%, mas agora, a terceira maior economia da América Latina está mais pra pé na lama do que pra pé na frente!
E não para por aí! Cinco setores da economia despencaram! A tragédia começa com a pesca, que afundou 25%! A indústria de transformação também se saiu mal, encolhendo 8,2%, enquanto o comércio – tanto o atacadista quanto o varejista – caiu 6,4%, e a construção civil não ficou atrás, recuando 2,3%. É pra chorar ou pra rir?
O governo diz que a situação é “decepcionante”, mas “a perspectiva para 2026 é positiva”, ou seja, vamos ter que esperar mais um tempo para ver a luz no fim do túnel? Se preparem, porque a consultoria Orlando Ferreres and Associates está prometendo um crescimento de 1,6% para o próximo mês. Esperamos que não seja “promessa de político”!
Desde que o presidente Javier Milei assumiu no final de 2023, ele tem tentado revirar o jogo, cortando gastos públicos e apostando nas exportações. Uma jogada arriscada que até deu uma maneirada na inflação que chegou quase a 290%… mas será que vai ficar por isso mesmo?
E para deixar tudo ainda mais tenso, Milei escolheu o Fórum Econômico Mundial em Davos para criticar quem não pensa igual a ele e defender a desregulamentação do mercado. Enquanto isso, na prática, a economia patina!
No mês passado, a Argentina até viu um crescimento de 3,3% no PIB no terceiro trimestre e os analistas falam em 3,5% para o último trimestre de 2025. Mas com esses números, não dá pra ficar relaxado!
A situação é crítica, e a população já sente na pele. Agora, resta saber: o que vai acontecer a seguir? O futuro da economia argentina está nas mãos de quem? A esperança se esvai, e a pergunta que não quer calar é: até quando vamos suportar isso?