“Tsunami Econômico: Venezuela em Chamas e Dólar nas Nuvens!”
Acorda, Brasil! A segunda-feira (5) foi daqueles dias que tiram o sono: taxas de DIs sofreram queda nos contratos curtos, mas os longos ficaram como um verdadeiro foguete! E tudo por causa da prisão do mandatário venezuelano, Nicolás Maduro, que abalou o mercado e acendeu um alerta vermelho na América Latina!
No final da tarde, a taxa do DI para janeiro de 2028 despencou para 12,99%, enquanto os longos, óbvio, não ficaram para trás: a taxa para janeiro de 2035 subiu 6 pontos-base, marcando 13,485%. Confusão total!
Na madrugada do sábado, as forças especiais dos EUA bombardearam a Venezuela e capturaram Maduro, levando o ditador para juízo em solo americano. A situação lá em cima está em ebulição e todo mundo está de olho nas reservas de petróleo daquele país que, envolto em crises, ainda é uma potência!
E não pense que isso ficou só por lá! As ameaças de Donald Trump contra Colômbia e México apavora até os mais corajosos. Um furacão político à vista, e as eleições no Peru, Colômbia e Brasil se aproximam!
A expectativa no Brasil foi de fazer o coração disparar. O dólar disparou e as taxas dos DIs subiram na máxima. Às 10h18, a taxa do DI para janeiro de 2028 chegou a 13,090%, e para 2035 a 13,505%! Mas como num passe de mágica, a tensão deu lugar a um colapso de força, e os curtos foram parar até em território negativo. Quem consegue entender, não é mesmo?
“O susto com a Venezuela foi real, mas agora tudo se dilui,” declarou o analista Matheus Spiess. Lindo, né? A instabilidade tomou conta do cenário econômico e todos se perguntam: o que vai acontecer com a Venezuela agora?
Às 15h, os ânimos acalmaram um pouco e a taxa do DI para janeiro de 2028 chegou a 12,965%. Mas o que sabemos é que o impacto da saída de Maduro ainda tá em compasso de espera!
E enquanto isso, lá fora, os Treasuries estavam balançando e os investidores desesperançados aguardavam novos dados do mercado de trabalho dos EUA. Aqui dentro, o boletim Focus do Banco Central mostrou que a inflação não dá trégua. O IPCA para 2026 subiu de 4,05% para 4,06% — e para 2028, 3,80%. E a Selic? Por enquanto, na casa dos 15% e com previsão de ficar em 12,25% até 2026. Um verdadeiro baile de mascarados na economia!
Fique ligado, porque o Brasil está na linha de frente e os desdobramentos irão ser dignos de novela!