O Rei do Cortesia: Ghibli vs. Weinstein e a Batalha das Facas
Ah, Hollywood! Onde os sonhos se tornam realidade e os pesadelos também. Se tem um nome que ficou marcado na história da indústria cinematográfica como um verdadeiro ilustre problema, esse nome é Harvey Weinstein. Entre os grandes filmes e as polêmicas, ele fez de tudo—menos, claro, agradar todo mundo.
Mas calma, que nem só de tragédias é feita a História de Hollywood! Um dos grandes guerreiros que enfrentou Weinstein foi o Studio Ghibli, o mestre dos animações japonesas. Quando o épico “Princesa Mononoke” estava prestes a ser lançado, o seguinte drama se desenrolou: Weinstein decidiu que queria cortar 45 minutos do filme, como se ele fosse uma pizza!
E adivinha quem não deixou barato? O Studio Ghibli, na sua sabedoria, mandou uma katana afiada e com uma mensagem clara: “Sem cortes!”. Isso mesmo, uma katana! O que mais você poderia esperar de um estúdio que faz filmes como “A Viagem de Chihiro”? Resultado: Weinstein teve que engolir essa e ceder, permitindo que o filme ficasse inteiro e limpo, como deve ser.
Durante uma entrevista anos depois, o lendário Miyazaki explicou a situação: “Fui a Nova York para conhecer esse sujeito e, olha, foi um show de exigências e ameaças. Mas no final, quem riu por último fui eu!” E não é que ele tinha razão?
Mas não se engane, o cara também levou alguns “tacos na cara” nessa vida! Lembra do Peter Jackson? Ele quase viu sua trilogia de “Senhor dos Anéis” ser destroçada por Weinstein, que queria meter o facão no filme. E o que o Diretor fez? Incluiu o sujeito como um orc em “O Retorno do Rei”! Democrático, né?
A saga do Ghibli e Weinstein é apenas mais uma prova de que em Hollywood as batalhas podem ser intensas, mas o verdadeiro ganha-pão do cinema é a arte — e contra isso, não há katana que possa cortar!