“Divinity: A Saga Que Te Sai do Sofá e Te Joga na Aventura!”
Quem nunca comprou um jogo e deixou ele lá, mofando na biblioteca do Steam? Se existe um amontoado de jogos na sua conta, bem-vindo ao clube! Eu já tinha me jogado no combo de Divinity: Original Sin que comprei por uma pechincha, mas era só amor platônico até que o novo trailer de Divinity: Original Sin 2 me fisgou de vez. Sem mais enrolação, me joguei no Forte da Felicidade e em 30 horas estava lá, me perguntando como é que eu passei tanto tempo sem experimentar essa belezura!
Divinity não é só mais um RPG, meu amigo. A coisa aqui é séria: é uma festa de mecânicas que faz seu cérebro explodir de tanto pensar! O combate é por turnos (como tudo que envolve “Dungeons & Dragons”), mas aqui a graça tá em como os elementos se misturam. Quer ver magia de água virar um alagamento? Pode! Agora, uma bola de fogo em cima de um óleo? Pode ter certeza, vai virar fogaréu! E sim, você pode acabar se queimando no processo. É um caos delicioso!
“Tática Ou Caos? Por Que Não Ambos?”
Uma das jogadas mais legais que eu descobri foi a opção de atrasar meu turno! Isso mesmo, ao invés de ir com tudo pra cima dos inimigos, dá pra esperar e deixar seus adversários se enrolarem. Os pontos de ação (PA) são o combustível da luta: se quiser mexer, atacar ou ficar de quietinho, tudo é feito com a mesma moeda. Sim, um pouco limitante, mas abrir oportunidades para criar estratégias malucas – e que delícia é isso!
“E as Classes? Ah, Meu Bem, É Uma Salada!”
Fans de RPGs, preparem-se: as classes aqui são uma mistura de salada! No começo, dá aquele desespero, mas a verdade é que você pode ser o que quiser. Quer ser um guerreiro que lança feitiços? É só investir um pontinho na mágica e pegar um livro de feitiços! A liberdade é tanta que é quase um convite pra você experimentar combinações doidas. Mas atenção: faca na mão pode trazer cortes!
“História e Imersão: Cadê a Dublagem em Português?”
A história tá engatinhando, mas já começa a causar aquela curiosidade! Escolhi um personagem de origem em vez de criar um do zero, e a experiência é bem diferente. E apesar de não ter aquelas CGs cinematográficas de cair o queixo do Baldur’s Gate 3, o que vale é que as falas têm voz, então dá pra sentir que o mundo tá vivo, mesmo que em inglês.
“Vem Que Vem, Novo Divinity!”
Não consigo esperar pra ver até onde essa jornada vai me levar. Assim como na saga de Baldur’s Gate, estou pronto para explorar cada canto e experimentar combos e escolhas diferentes. Obrigado, Larian Studios, por mais um game que vai me fazer perder a noção do tempo. E que venha o novo Divinity, porque quem não ama uma boa aventura?