Do Glamour ao Tédio: A Queda da Fênix que Revolucionou o Cinema!

Redação
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Da Poeira à Glória: A Revolução Colorida do Cinema!

Lá em 1939, quando a Dorothy abriu aquela porta e deu de cara com a estrada de tijolos amarelos, o cinema nunca mais foi o mesmo! Sabe aquele trem de novidades que faz a gente gritar “uau!”? Pois é, a transição do Kansas cinza para o coloridão do Mundo de Oz foi mais do que um truque de mágica; foi uma verdadeira festa de cores que mudaria a sétima arte pra sempre!

O Amarelo que Fez História

Vamos falar do grande barato: o amarelo daquela estrada, que foi capturado por câmeras de três tiras Technicolor pesando mais que muito mamífero! Olha só, foram quase sete dias de testes na MGM só pra achar o tom certo de amarelo. E o resultado? Cada cópia de “O Mágico de Oz” era como uma pintura única, feita à mão! Um processo mais complicado que montar um quebra-cabeça na escuridão!

E aí veio um drama digno de Oscar: só dois meses depois de ser indicado ao prêmio de Melhor Efeito Visual, a Technicolor Creative Studios deu tchauzinho e faliu. Como se não bastasse, 10.000 profissionais foram pegos de surpresa e, num piscar de olhos, estavam desempregados! E a Technicolor, ah, essa morreu duas vezes; primeiro de forma lenta e gradual, depois como um verdadeiro espetáculo de mágica, com um profundo gemido.

A Nascente do Technicolor

Se você acha que a história de sucesso começou em um estalo, adivinha? Em 1912, três nerds gênios formados no MIT decidiram que era hora de colorir a tela grande. Eles fundaram a Technicolor e, em 1915, registraram o nome que ficaria eternamente na memória do cinema. Mas como trazer cor aos filmes? Ah, essa era a grande questão!

O primeiro sistema que eles inventaram era tão complicado que parecia um projeto de robô! Imaginem uma câmera que parecia uma nave espacial, com prismas e divisores de luz: só funcionava em cinemas especiais. Um verdadeiro jogo de “quero, mas não posso”! E claro, só conseguiram fazer um filme, que hoje em dia é mais uma relíquia do que uma obra-prima.

E a Versão que Mudou Tudo!

Daí veio a versão definitiva, uma câmera com um divisor de feixe que capturava tudo rapidinho como um raio! Mas, atenção: cada câmera pesava 227 quilos, meu povo! Quem tinha músculos de ferro os operava. Isso sem contar que os sets eram tão quentes que os atores pareciam saindo de um sauna! E quem disse que era fácil? Ter um coordenador de cor era como ter um chefe mal-humorado por cima do seu ombro, monitorando cada passo!

Entre os anos 30 e 50, a Technicolor estava no auge, combatendo a monotonia como um super-herói em uma luta sem fim. “Becky Sharp” foi o primeiro longa-metragem usando a técnica definitiva e, claro, teve a sua dose de tragédia, pois o diretor pegou uma pneumonia no vai e vem entre estúdios. Uma verdadeira “morte por Technicolor”, como eu diria!

O Fim da Era Dourada

Aí em 1950, enquanto a Technicolor estava fazendo a dança da vitória, lá em Kodak, uma equipe estava pronta pra quebrar tudo com um sistema que fazia a Technicolor parecer uma relíquia de museu. Com sua simplicidade radical, a Eastmancolor lançou a Technicolor no limbo! Era bom demais para ser verdade!

Com a nova tecnologia, as produções começaram a surgir como pipoca na panela: mais de 50% das filmagens passaram a ser feitas em Eastmancolor! A Technicolor tentou dar uma guinada, mudou o crédito de “filmado em Technicolor” para “cor por Technicolor”, mas não teve jeito.

A Transformação Final

No meio desse tempinho, a Technicolor tentou se reinventar, mas a maré não estava a seu favor. Comprada pela Thomson Multimedia nos anos 2000, a empresa se viu entre a cruz e a espada. As dívidas foram se acumulando e em 2022, a Technicolor Creative Studios se tornou uma empresa independente. E em 2025, tcharam: a Technicolor deu tchau de vez.

E assim, o giro do destino também se mostrou: da “Branca de Neve” ao fim da trajetória, a história da Technicolor é uma montanha-russa que mostra onde a ambição e a inovação podem nos levar! Agora, se preparem para o próximo filme em cores, porque o show deve continuar!

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