“O Que Está Acontecendo com os Efeitos Visuais? A Culpa é do Videogame!”
Ah, o cinema! O lugar onde a mágica acontece e os efeitos visuais fazem a gente suspender a descrença… ou pelo menos, deveriam fazer! Mas, que os ventos soprem a verdade: os efeitos visuais estão mais para um quadro de arte moderna do que para uma obra-prima de Da Vinci! Vamos ver o que o grande Gore Verbinski, o cara por trás de filmes como “Piratas do Caribe” e “Rango”, tem a dizer sobre esse babado!
“E o Troço do Unreal Engine?”
O primeiro tapa na cara da realidade vem com o tal do Unreal Engine. Sim, você não leu errado, é um motor de videogame que decidiu se meter no mundo dos filmes! Antes, a galera usava o famoso Maya, que já está tão ultrapassado que dá até pena. Agora, o Unreal está fazendo os efeitos visuais parecerem mais artificiais que o cabelo de um boneco de post-it!
Gore bem colocou: “Antes, o Unreal era ótimo para games, mas agora estão achando que é a salvação dos filmes também. Resultado? A gente acaba com uma estética que parece mais um joguinho do que a realidade que a gente espera no cinema!”
“Filmes Antigos e a Diferença da Realidade”
Nos filmes do Kubrick, as miniaturas e pinturas faziam a bossa, enquanto agora temos essa realidade exagerada que não cola nem aqui nem na China. Gore menciona que a abordagem da Marvel funciona porque a galera já sabe que vai ver um mundo exagerado. Mas quem quer ver um helicóptero voando como se estivesse numa corrida de caranguejos?
“Executivos que Não Estão Nem Aí”
E não para por aí! Ao que parece, alguns executivos acham que a platéia está mais interessada na pipoca do que nos efeitos visuais. “Olha, gente, tudo bem um navio parecer que tá flutuando em um pote de geléia! Ninguém vai notar”, é praticamente o mantra deles! Na época do primeiro “Piratas do Caribe”, a equipe subia em um barco real! Imagine a diferença, né?
Gore ainda comenta: “Na minha nova obra, ‘Boa Sorte, Divirta-se, Não Morra’, tentamos manter pelo menos 50% do nosso filme fiel à realidade. Assim, a galera não fica se perguntando se o que tá vendo no telão foi feito com um papel crepom!”
“O Movimento é Tudo!”
Agora, a cereja do bolo: o movimento. Às vezes, a galera pega um helicóptero super realista, mas aí o bicho voa que nem o papagaio do vizinho, e pronto, a ilusão foi pro espaço! “Tem que ter fluidez! Às vezes, o problema não é nem a luz, é o jeito que as coisas se mexem!”, finaliza Verbinski.
Ah, e só para você ficar na agitação, o novo filme dele, “Boa Sorte, Divirta-se, Não Morra”, chega aos cinemas no dia 9 de abril. Vamos ver se finalmente vamos ver uns efeitos que não precisam de uma lente de aumento para parecerem decentes!