Brasil e Europa: Acordo de Livre Comércio É a Salvação ou um Grande Blefe?
Em um dia marcado por promessas e discursos pomposos, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva está em festa após a aprovação do tão esperado acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia. O golpe final veio nesta sexta-feira (9), quando o Conselho Europeu, que reúne os magnatas da velhinha Europa, deu seu carimbo de aprovação.
“Um dia histórico para o multilateralismo!” bradou Lula nas redes sociais, como se houvesse encontrado a cura para todos os males do país. Depois de 25 anos de conversas que pareciam mais um “bate-papo de bar”, finalmente saíram do papel um dos maiores tratados de livre comércio do mundo, prometendo unir 718 milhões de pessoas e uma grana que dá tremedeira no bolso: US$ 22,4 trilhões.
Mas o que isso significa de verdade para a gente? Segundo o próprio presidente, em tempos de protecionismo e egoísmo mundial, esse acordo seria um sopro de esperança para o comércio internacional e, quem sabe, para a economia tupiniquim. “É uma vitória do diálogo, da negociação e da cooperação”, disse ele como se tivesse se tornado o messias do comércio!
O que Lula quer mesmo é ampliar as exportações brasileiras e abrir as portas para investimentos da Europa. A promessa é que as regras comerciais se tornem mais simples e, segundo o presidente, isso seria o pingo d’água que faltava no oceano da economia brasileira.
Enquanto isso, a população aguarda ansiosa para saber se todo esse alvoroço vai resultar em algo prático ou se não passará de mais um sonho repleto de promessas vazias. Será que essa parceria vai realmente trazer os benefícios tão esperados ou é só mais uma manobra de marketing do governo? A verdade é que a desconfiança reina no ar, e o povo quer mais do que palavras bonitas!