O Banco Master, que foi obrigado a fechar as portas por ordem do Banco Central (BC) depois de algumas maracutaias, agora está no olho do furacão novamente. A Polícia Federal (PF) entrou no jogo e está tentando descobrir se os influenciadores digitais foram contratados para descer o sarrafo na atuação do BC, que decidiu liquidar a instituição.
A investigação da PF começou meio com o pé atrás, mas agora já busca provas sólidas para abrir um inquérito sobre um possível esquema digital. O alvo? Uns 46 influenciadores que teriam sido abordados para fazer postagens criticando o BC e defendendo o banco, usando a hashtag “#FicaMaster”.
### Propostas de Milionário e Segredos
Os boatos indicam que agências de marketing digital foram atrás dos influenciadores, oferecendo grana alta — até R$ 2 milhões — para fazer posts e vídeos durante três meses. O contrato vinha com cláusulas de confidencialidade que, se quebradas, sairiam bem caras: algo como R$ 800 mil na conta, por exemplo! Essa trama todo mundo chamou de “Projeto DV”, em alusão ao chefão do banco, Daniel Vorcaro.
Figuras que foram abordadas, como Rony Gabriel, vereador e influenciador, e Juliana Moreira Leite, não se deixaram levar pela onda e recusaram os contratos, percebendo que a intenção era defender o banco e atacar o BC.
### Redes Sociais em Alerta
Os contatos surgiram lá pelo fim de 2025, e pelo que parece, uma agência estava se metendo em tudo, prometendo “ajudar na disputa política” que estava rolando. Com a assinatura do contrato, eles só detalhariam a proposta. Rony e Juliana se manifestaram publicamente, contando que não entraram nessa e passaram a informação para a imprensa.
### Bastidores e Burburinho Digital
A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) notou um aumento das postagens sobre o Banco Master entre o final de 2025 e o começo de 2026, bem na época em que a situação era debate quente. Essas publicações questionavam a velocidade do BC em liquidar o banco.
### O Rolê do Banco Central e o TCU
Nesse clima pesado, o Banco Central decidiu liquidar o Banco Master no fim de 2025, após descobrir uma fraude financeira que pode ter chegado a bilhões. O Tribunal de Contas da União (TCU) até mandou dar uma olhada nos procedimentos da liquidação, gerando polêmica sobre como isso impacta a autonomia do BC.
### A Agência e os Influenciadores
Uma agência chamada Mithi, guiada por Thiago Miranda, que já foi sócio de um famoso portal de notícias, está no meio desse rolo todo. Documentos mostraram que o dinheiro, que era para pagar influenciadores, saiu do bolso dela. O grupo de notícias desmentiu qualquer conexão, mas a coisa ainda tá estranha, né?
### O Que Vem por Aí?
Por enquanto, a PF continua coletando informações para ver se dá para abrir um inquérito de verdade. Eles estão de olho não só nos posts, mas em como tudo isso pode ter impactado a narrativa sobre a liquidação do banco.
### A Vibe dos Envolvidos
Até agora, o Banco Central está jogando a resposta para escanteio sobre as contratações. E os influenciadores que receberam as propostas, como Rony e Juliana, têm falado abertamente sobre o ocorrido e a intenção por trás dos convites. Porém, não há lista de quem mais foi abordado, e a investigativa tá focada em verificar quem realmente recebeu algo por isso.
A saga do Banco Master continua, e promete bons capítulos. Vamos ficar de olho!