Para muitos artistas, a Renaissance World Tour seria o auge da carreira – aquele momento de glória que, em teoria, significaria descansar nos louros conquistados. Mas não para a Beyoncé! O sucesso estrondoso de 2023 foi só o aviso de que ela estava apenas começando. Com apresentações que quase beiravam as três horas e uma viagem por toda a sua discografia, essa turnê se transformou em um fenômeno musical digno de aplausos (e uma graninha que quase chegou a US$ 600 milhões). Uau!
Enquanto o mercado ainda tentava entender esses números que mais pareciam obra de mágica, a diva resolveu surpreender de novo. Em 2024, ela lançou “Cowboy Carter”, um álbum que flertou com o country e deu um tapinha no seu alcance comercial, além de reformular a imagem de sua carreira. O projeto foi tão grande que ganhou até um show no intervalo de um jogo da NFL, abrindo caminho para a turnê mais lucrativa do mundo em 2025. E aí, óbvio, Beyoncé se juntou ao clube das celebridades bilionárias. Aí sim, hein!
### Império e Controle
Esse marco de grana não apareceu por acaso. Desde 2010, quando lançou a Parkwood Entertainment, a Bey decidiu que ia controlar tudo: gerenciamento da carreira, produção musical, documentários, turnês… você nomeia, e ela gerencia! Isso fez com que sua margem de lucro disparasse.
Durante uma entrevista lá em 2013, enquanto lançava o álbum “Beyoncé”, ela deixou claro que estava em busca de autonomia: “Quando decidi me autogerenciar, era crucial não cair nas garras de uma grande empresa”.
E não é que ela se inspirou na Madonna? Queria ser uma verdadeira potência e mostrar para outras mulheres que, quando você chega ao topo, não precisa dividir seu sucesso com ninguém. A mulher é uma boss!
### Turnês Gigantes e Novos Negócios
E por falar em ser uma potência, no mundo do entretenimento, poucos negócios são mais lucrativos do que lotar estádios. E depois da pandemia, esse modelo só cresceu!
As turnês agora incluem shows maiores, experiências imersivas e produções dignas de cinema. Na “Cowboy Carter Tour”, o público teve quase três horas de espetáculo com direito a carro voador, braços robóticos servindo drinks, um touro mecânico dourado e participações especiais da família e até de ex-integrantes do Destiny’s Child. Você leu certo!
A operação envolveu mais de 350 profissionais, 100 carretas e até oito aviões Boeing 747. Para tornar tudo isso possível, Beyoncé optou por um formato meio estratégico, com mini-residências em nove estádios americanos e europeus, totalizando 32 apresentações. E os fãs? Ah, eles viajaram longas distâncias e pagaram uma quantia considerável para conferir tudo isso de perto.
Dizem os números que a turnê arrecadou mais de US$ 400 milhões em ingressos e outros US$ 50 milhões em merchandising. Somando tudo com os ganhos do catálogo e patrocínios, Beyoncé faturou cerca de US$ 148 milhões em 2025, antes dos impostos. A posição dela como uma das artistas mais poderosas e influentes do planeta? Essa está mais do que garantida!